Como viajar com cachorro na LATAM: regras, documentos e bolsa de transporte

Cachorro pequeno em bolsa de transporte para cabine em aeroporto antes de viagem pela LATAM

Viajar com cachorro na LATAM pode ser possível quando o pet atende às regras da companhia, cabe corretamente na bolsa ou caixa de transporte, tem a documentação exigida e o serviço foi confirmado antes do embarque.

Regras verificadas em 24/07/2026. As companhias aéreas podem alterar suas condições de transporte, por isso recomendamos confirmar as informações diretamente com a LATAM antes da viagem.

A compra da passagem do tutor não inclui automaticamente o transporte do cachorro. A LATAM informa que o serviço exige confirmação prévia e que, no dia da viagem, a equipe pode conferir no balcão se o pet atende aos requisitos da transportadora e se a documentação está correta para origem, conexão e destino.

Este conteúdo é informativo e independente. A Skapetshop não tem vínculo oficial com a LATAM. A aceitação do pet depende das regras vigentes da companhia, da rota, da aeronave, da documentação, das medidas da transportadora e da avaliação feita no atendimento ou no aeroporto.

Para uma visão mais ampla sobre planejamento, documentos e cuidados em diferentes companhias, leia também o guia completo para viajar de avião com pet.

Resumo rápido das regras para viajar com cachorro na LATAM

Item O que verificar
Animais aceitos na cabine Cão ou gato pequeno
Condição principal O pet deve caber na bolsa ou caixa sob o assento dianteiro
Idade mínima A idade mínima é de 16 semanas, exceto em voos com origem ou destino nos Estados Unidos, em que a idade mínima é de 6 meses.
Estados Unidos Idade mínima de 6 meses, com exigências adicionais do CDC
Quantidade por passageiro 1 animal de estimação por passageiro, com disponibilidade limitada
Disponibilidade por cabine Economy até 5 pets por voo; Premium Economy 1 pet por voo; Premium Business sem espaço sob o assento dianteiro
Bolsa flexível Comprimento 40 cm, largura 28 cm, altura 25 cm
Caixa rígida Comprimento 36 cm, largura 33 cm, altura 19 cm
Permanência durante o voo O pet deve viajar dentro da transportadora durante todo o voo
Sedação A LATAM informa que o pet não pode estar sedado
Reserva É necessária confirmação prévia com a Central de Vendas e Serviços
Valor dentro do Brasil BRL 200 na página consultada em 24/07/2026
Documentação Documentos de saúde exigidos por origem, destino ou conexão, além de documentação veterinária dentro do prazo exigido

Essas informações ajudam no planejamento, mas não substituem a confirmação oficial para o voo escolhido.

A LATAM permite cachorro na cabine?

Sim. A LATAM informa que é possível levar cão ou gato pequeno na cabine quando o animal cabe na transportadora sob o assento dianteiro e atende às condições do serviço.

Na prática, o tutor precisa validar mais do que a espécie do animal. A companhia considera tamanho, transportadora, documentação, saúde, comportamento, rota, cabine, disponibilidade e operação do voo.

Segundo a página oficial consultada, o serviço está disponível para voos operados pela LATAM. A própria companhia orienta atenção a conexões com outras companhias aéreas e voos em código compartilhado. Isso é essencial para quem compra uma passagem com mais de um trecho: a empresa que vende a passagem nem sempre é a empresa que opera todos os voos.

Também há limitação por cabine. A LATAM informa disponibilidade em Premium Economy e Economy. A cabine Premium Business não possui espaço sob o assento dianteiro para guardar a transportadora com segurança.

Outro ponto importante: o pet deve permanecer dentro da caixa ou bolsa durante todo o voo, não pode estar sedado e deve estar sempre com seu tutor.

Existe limite de peso para levar cachorro na cabine da LATAM?

Na página oficial de pets na cabine consultada em 24/07/2026, a LATAM não apresentava um limite numérico simples de peso para cabine como regra principal. O foco da regra publicada estava em tamanho, encaixe na transportadora, documentação, disponibilidade e cumprimento das condições do serviço.

Por isso, a orientação mais segura para o tutor é não considerar um peso máximo que não esteja confirmado nos canais oficiais da LATAM para o voo escolhido.

O que precisa ser confirmado é:

  • se o cachorro é pequeno o suficiente para viajar na cabine;
  • se ele cabe em pé dentro da transportadora sem tocar o teto;
  • se consegue se mover e girar naturalmente sem tocar nas paredes;
  • se a bolsa ou caixa respeita as dimensões máximas divulgadas pela LATAM;
  • se a transportadora cabe sob o assento dianteiro sem pressão;
  • se o serviço está disponível no voo escolhido;
  • se a LATAM confirmou a inclusão do pet na reserva.

Se a companhia informar um limite adicional de peso no atendimento, na reserva ou em uma atualização futura da página, esse dado deve ser tratado como regra do voo específico e registrado com data de consulta. Não use limites de outras companhias aéreas como se fossem regra da LATAM.

Quais são as medidas da bolsa para viajar na LATAM?

A LATAM apresenta medidas diferentes para bolsa flexível e caixa rígida. Essas medidas devem ser tratadas como dimensões externas máximas da transportadora, e não como autorização automática de embarque.

Cumprir a medida externa é apenas uma parte da decisão. O cachorro também precisa caber com conforto e segurança dentro da bolsa.

Bolsa flexível

Na página consultada em 24/07/2026, a LATAM informa para bolsa flexível:

  • Comprimento: 40 cm.
  • Largura: 28 cm.
  • Altura: 25 cm.

A ordem usada originalmente pela LATAM é: altura 25 cm x largura 28 cm x comprimento 40 cm.

A bolsa deve ter fecho que impeça a saída do pet durante o voo, material resistente, base impermeável absorvente e ventilação adequada. A companhia também informa que não aceita bolsas ou caixas alteradas ou modificadas com elementos que não sejam originais da estrutura.

Caixa rígida

Na mesma página, a LATAM informa para caixa rígida:

  • Comprimento: 36 cm.
  • Largura: 33 cm.
  • Altura: 19 cm.

A ordem usada originalmente pela LATAM é: altura 19 cm x largura 33 cm x comprimento 36 cm.

Para caixa rígida, a companhia também informa exigências de segurança, como porta metálica e trava dupla. A escolha entre bolsa flexível e caixa rígida deve considerar a regra atual da companhia, o espaço sob o assento e o conforto real do cachorro.

Como saber se o cachorro cabe confortavelmente na bolsa?

A melhor forma de evitar erro é medir o pet antes de escolher a transportadora.

Meça:

  • comprimento do focinho até a base da cauda;
  • altura natural, do chão até o ponto mais alto do corpo em posição confortável;
  • largura corporal, considerando ombros e tronco;
  • peso do cachorro, mesmo quando a regra publicada não trouxer limite numérico simples;
  • capacidade de deitar, virar e mudar de posição dentro da bolsa.

Uma bolsa pode estar dentro das dimensões máximas da LATAM e ainda assim ser pequena para o cachorro. A regra da companhia define o espaço máximo para a transportadora, mas o bem-estar do animal depende do espaço interno útil.

Não escolha uma bolsa apertada apenas para tentar cumprir a medida. Se o cachorro não consegue ficar em pé, girar e se acomodar naturalmente, o risco de desconforto e recusa aumenta.

Bolsa rígida ou flexível: qual escolher?

Não existe uma resposta universal. A escolha depende do cachorro, da regra vigente, do voo e da transportadora aceita pela companhia.

A bolsa flexível pode ser uma opção prática para cabine porque tende a se acomodar melhor sob o assento dianteiro, desde que mantenha estrutura suficiente para não colapsar sobre o pet. Ela também costuma facilitar deslocamentos no aeroporto.

A caixa rígida pode oferecer mais estrutura, mas precisa respeitar medidas específicas e requisitos de segurança. Na página da LATAM, as medidas informadas para caixa rígida são diferentes das medidas para bolsa flexível.

Compare:

  • peso da própria transportadora;
  • ventilação;
  • base estável;
  • fechamento seguro;
  • resistência do material;
  • facilidade de limpeza;
  • conforto interno;
  • encaixe sob o assento;
  • adaptação prévia do cachorro.

A melhor escolha é aquela que atende simultaneamente à regra do voo e ao tamanho real do animal.

Como reservar o transporte do pet na LATAM?

A LATAM informa que é necessária confirmação prévia junto à Central de Vendas e Serviços. A página consultada também orienta que o serviço pode ser solicitado desde o momento da compra até 4 horas antes da partida do voo, sujeito aos prazos e à disponibilidade.

Passo a passo recomendado:

  1. Escolha ou consulte o voo desejado.
  2. Verifique se o voo é operado pela LATAM.
  3. Confirme se a rota permite o serviço de pet na cabine.
  4. Entre em contato pelo canal oficial da LATAM.
  5. Informe dados do pet e da transportadora.
  6. Solicite a inclusão do serviço na reserva.
  7. Confirme valor, prazo e forma de pagamento.
  8. Guarde o comprovante ou confirmação.
  9. Reconfirme as condições antes do embarque.

A compra da passagem do passageiro não inclui automaticamente o transporte do pet.

Quanto custa levar um cachorro na LATAM?

Na página oficial de pets na cabine consultada em 24/07/2026, a LATAM informa valores que variam conforme a rota. Para voos dentro do Brasil, o valor exibido era BRL 200.

A mesma página apresentava outros valores para rotas no Chile, Colômbia, Equador, Peru, voos regionais e voos de longa distância. Como valores podem mudar e dependem da rota, o dado mais seguro para o tutor é confirmar o custo diretamente na LATAM no momento da reserva.

Não use preços encontrados em blogs, fóruns ou prints antigos como referência final. O valor válido é o informado no canal oficial para o voo escolhido.

Quais documentos são necessários?

A documentação depende da origem, conexão, destino e tipo de voo. A LATAM informa que o tutor deve apresentar documentos de saúde exigidos pela origem, destino ou conexões, além de documentação veterinária dentro do prazo exigido pela companhia.

Na fonte operacional da LATAM consultada para pets na cabine, consta certificado/atestado de saúde emitido por médico-veterinário, com original e cópia, datado no máximo 10 dias antes da viagem, incluindo informações como nome do animal, idade, raça, vacinas e declaração de bom estado de saúde. Para trânsito nacional no Brasil, o MAPA exige atestado sanitário emitido por médico-veterinário e comprovante de vacinação antirrábica válido.

Voos dentro do Brasil

Para voos dentro do Brasil, confirme diretamente com a LATAM quais documentos serão solicitados no trecho escolhido e considere também o requisito sanitário brasileiro do MAPA informado acima.

Na prática, organize antes do embarque:

  • certificado sanitário ou atestado de saúde veterinário dentro do prazo exigido;
  • comprovante de vacina válido;
  • documentos adicionais exigidos pela rota, se houver;
  • confirmação do serviço pet;
  • dados do tutor e do animal.

Como a redação e os prazos podem variar na página oficial, no atendimento e na rota escolhida, confirme a documentação diretamente com a LATAM antes da viagem.

Voos internacionais

Em viagens internacionais, a documentação é mais complexa. O MAPA informa que o trânsito de cães e gatos entre países exige documento emitido pela autoridade veterinária do país de origem e aceito pelo país de destino.

No Brasil, os documentos usados para essa finalidade são o Certificado Veterinário Internacional, o CVI, e o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, expedidos por unidades Vigiagro/MAPA.

O país de destino pode exigir microchip, vacina antirrábica, sorologia, tratamentos antiparasitários, formulários próprios e prazos específicos. O retorno ao Brasil também precisa ser planejado.

Não trate esses exemplos como uma lista universal: cada país pode exigir documentos, prazos e procedimentos próprios. Para viagem internacional, consulte MAPA/Vigiagro, autoridade sanitária do destino, consulado quando aplicável, veterinário e LATAM antes da compra da passagem.

Viagens de ou para os Estados Unidos

Para cães em viagens de ou para os Estados Unidos, a LATAM e o CDC indicam exigências específicas. Entre os pontos centrais estão idade mínima de 6 meses, condição de saúde, formulário de importação, microchip e regras adicionais conforme histórico de vacinação e países em que o animal esteve nos 6 meses anteriores à entrada nos Estados Unidos.

Essas regras podem mudar e devem ser confirmadas diretamente nas páginas oficiais do CDC, da LATAM e das autoridades sanitárias envolvidas.

O que pode impedir o embarque?

Algumas situações podem impedir o embarque do cachorro ou exigir mudança de plano:

  • falta de confirmação do serviço pet;
  • ausência de disponibilidade no voo;
  • voo operado por outra companhia;
  • rota, cabine ou destino incompatível;
  • transportadora fora das medidas;
  • pet sem espaço adequado dentro da bolsa ou caixa;
  • falta de documentação;
  • documentação fora do prazo;
  • idade abaixo da permitida;
  • pet sedado;
  • fêmea prenha ou que tenha dado à luz nas últimas 48 horas;
  • bolsa insegura, sem ventilação ou modificada;
  • chegada ao aeroporto sem tempo suficiente;
  • descumprimento de instruções da companhia.

Essas situações podem levar à recusa do embarque ou à necessidade de readequação, porque a avaliação final depende da companhia, do aeroporto, da rota e da documentação apresentada.

Como acostumar o cachorro à bolsa antes da viagem?

A adaptação à bolsa deve começar antes do dia do voo.

Boas práticas:

  • deixe a bolsa aberta em casa;
  • permita que o cachorro explore a transportadora sem pressão;
  • coloque recompensas ou item familiar dentro dela;
  • comece com períodos curtos;
  • aumente o tempo gradualmente;
  • faça pequenos deslocamentos antes da viagem;
  • não use a bolsa apenas no dia do embarque;
  • evite transformar a transportadora em punição.

A IATA recomenda preparar o animal com antecedência e usar uma transportadora adequada para conforto e segurança. Quanto mais natural for a bolsa para o cachorro, menor tende a ser o estresse no aeroporto.

O cachorro pode ser sedado para viajar?

Não trate sedação como solução para viagem aérea.

A LATAM informa que o animal de estimação não pode estar sedado para viajar na cabine. A IATA também desencoraja o uso de sedativos e tranquilizantes em animais em trânsito, especialmente quando a finalidade é tentar prevenir pânico ou comportamento destrutivo durante o transporte.

Medicamentos, calmantes ou sedativos só devem ser utilizados com avaliação e orientação de médico-veterinário. O tutor não deve administrar remédios por conta própria para tentar facilitar o voo.

Cuidados com cães braquicefálicos

Algumas companhias aplicam restrições específicas para determinadas raças ou condições de transporte, especialmente no porão. No caso da LATAM, a restrição oficial mais explícita para raças braquicefálicas aparece no transporte no porão. Para cabine, confirme a regra vigente da rota e do tipo de serviço diretamente com a companhia.

Isso não significa afirmar que todos podem ou não podem viajar. A decisão deve considerar avaliação veterinária, condição individual do cachorro, duração da viagem, temperatura, rota, tipo de transporte e regra da companhia.

Antes de comprar a passagem:

  • consulte o veterinário;
  • confirme restrições atuais com a LATAM para a rota e o tipo de transporte;
  • lembre que a restrição oficial mais explícita para raças braquicefálicas aparece no transporte no porão;
  • avalie se a cabine é possível e adequada para o seu cachorro;
  • Considere as condições da viagem, a ventilação da transportadora, o tempo total de deslocamento e as regras da companhia. Em caso de condição de saúde, uso de medicamentos ou dúvida sobre a aptidão do pet para viajar, consulte um médico-veterinário.
  • priorize ventilação, espaço interno e conforto;
  • nunca conte com sedação como estratégia.

O que levar para o cachorro?

Checklist básico:

  • documentos exigidos;
  • atestado ou certificado sanitário dentro do prazo exigido;
  • comprovante de vacina válido;
  • confirmação da reserva do serviço pet;
  • identificação do cachorro;
  • peitoral e guia;
  • tapete higiênico;
  • sacos para descarte;
  • recipiente para água, quando adequado;
  • pequena porção de alimento, se necessário;
  • item familiar;
  • medicamentos prescritos pelo veterinário, se houver;
  • contato do veterinário;
  • dados do destino.

Evite excesso. Tudo deve ser compatível com a rotina do aeroporto, as regras de segurança e as orientações da companhia.

Como funciona o embarque no aeroporto?

O processo pode variar conforme aeroporto e rota, mas o fluxo geral costuma envolver:

  1. chegar com antecedência;
  2. fazer check-in;
  3. apresentar documentos;
  4. confirmar a reserva do serviço pet;
  5. permitir a verificação da transportadora;
  6. seguir orientações da equipe do aeroporto;
  7. acomodar a bolsa sob o assento dianteiro no avião.

Os procedimentos de inspeção podem variar conforme aeroporto, rota e orientação da equipe local. Em caso de dúvida sobre raio-X, retirada do pet ou passagem pela segurança, siga as instruções da equipe do aeroporto.

Onde o cachorro fica durante o voo?

Na cabine, o cachorro deve permanecer dentro da transportadora, sob o assento dianteiro, durante todo o voo.

Ele não deve ocupar assento, circular pela aeronave ou sair da bolsa. O tutor também deve seguir as instruções da tripulação.

Por isso, o treino prévio importa. A bolsa precisa ser segura para o voo e familiar para o cachorro.

Checklist final antes da viagem

Antes de sair de casa, confirme:

  • o voo é operado pela LATAM;
  • o serviço pet foi confirmado;
  • o pagamento foi confirmado, quando aplicável;
  • a rota permite transporte de pet;
  • a cabine escolhida aceita o serviço;
  • a bolsa respeita as medidas atuais;
  • o cachorro cabe confortavelmente;
  • a documentação veterinária está dentro do prazo;
  • o comprovante de vacina está organizado;
  • documentos internacionais foram providenciados, se aplicável;
  • o pet não está sedado;
  • a bolsa tem ventilação, base e fechamento seguros;
  • o tutor tem tempo suficiente para o aeroporto.

Bolsa de transporte para viajar com cachorro na cabine

Depois de confirmar a regra da LATAM, a rota, a documentação e o tamanho do cachorro, faz sentido avaliar a bolsa de transporte.

A Skapetshop produz bolsas em diferentes dimensões para viagens aéreas. Antes da compra, compare as medidas externas do produto com a regra vigente da companhia e confirme se o espaço interno é adequado ao seu pet.

Diferenciais que podem ajudar na escolha:

  • fabricação própria;
  • modelo flexível;
  • telas para ventilação;
  • base rígida removível;
  • colchão impermeável removível;
  • abertura frontal;
  • fecho interno;
  • estrutura dobrável;
  • diferentes medidas e cores.

A Skapetshop é uma empresa independente da LATAM. A aceitação da transportadora depende das regras vigentes, das condições do voo, das medidas externas, do espaço interno para o pet e da avaliação da companhia.

Conheça as bolsas de transporte para cabine da Skapetshop e compare as medidas externas e o espaço interno antes de comprar.

Produto relacionado

A Bolsa Pet Cabine LATAM 40x28x25 cm da Skapetshop pode ser uma opção para tutores que procuram uma bolsa flexível desenvolvida considerando as dimensões divulgadas pela LATAM para transporte em cabine.

Antes de comprar, confirme a regra atual da companhia, a rota, a documentação e se o seu cachorro cabe com conforto dentro da bolsa.

Perguntas frequentes

A LATAM aceita cachorro na cabine?

Sim. A LATAM informa que cães pequenos podem viajar na cabine quando cabem na transportadora sob o assento dianteiro e atendem às condições do serviço.

Quais animais são aceitos na cabine?

Na página consultada, a LATAM informa cão ou gato pequeno.

Qual é o tamanho da bolsa para viajar com cachorro na LATAM?

Para bolsa flexível, a LATAM informa comprimento 40 cm, largura 28 cm e altura 25 cm. A ordem original da companhia é altura 25 cm x largura 28 cm x comprimento 40 cm.

Existe peso máximo para cachorro na cabine da LATAM?

Na página oficial consultada em 24/07/2026, a LATAM não apresentava um limite numérico simples de peso para cabine como regra principal. Confirme diretamente com a companhia para o voo escolhido.

Preciso reservar o transporte do cachorro antes?

Sim. A LATAM informa que é necessária confirmação prévia com a Central de Vendas e Serviços, sujeita à disponibilidade no voo.

Quanto custa levar cachorro na cabine da LATAM?

Na página consultada em 24/07/2026, o valor para voos dentro do Brasil era BRL 200. Valores variam conforme rota e devem ser confirmados no canal oficial.

Quais documentos são necessários?

A LATAM informa documentos de saúde exigidos por origem, destino ou conexão. Para voos dentro do Brasil, a página consultada menciona certificado sanitário emitido por veterinário e comprovante de vacina válido. Para viagens internacionais, os requisitos variam conforme o país de destino.

O cachorro pode ser sedado para viajar?

Não trate sedação como solução. A LATAM informa que o pet não pode estar sedado, e a IATA desencoraja sedativos e tranquilizantes em animais em trânsito, salvo situações médicas avaliadas por veterinário.

Posso viajar com dois pets na cabine?

A página de ajuda da LATAM informa máximo de 1 pet na cabine por passageiro, com disponibilidade limitada. Confirme a regra atual para sua reserva.

Cães braquicefálicos podem viajar na LATAM?

Depende da condição do animal, rota, avaliação veterinária, tipo de transporte e regra vigente da companhia. A restrição oficial mais explícita para raças braquicefálicas aparece no transporte no porão, mas tutores de cães de focinho curto devem confirmar a cabine com a LATAM e consultar o veterinário antes da viagem.

Como funcionam viagens internacionais com cachorro?

Viagens internacionais exigem validação com a companhia aérea e com as autoridades sanitárias. O MAPA informa que o trânsito de cães e gatos entre países exige documento emitido pela autoridade veterinária do país de origem e aceito pelo país de destino, como CVI ou Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos quando aplicável.

A bolsa da Skapetshop substitui a confirmação da LATAM?

Não. A Skapetshop é independente da LATAM. A bolsa deve ser comparada com as regras atuais da companhia e com o tamanho real do cachorro, mas a aceitação depende da avaliação da companhia no atendimento e no aeroporto.

Conclusão

Viajar com cachorro na LATAM exige planejamento. Antes de comprar a bolsa ou finalizar a passagem, confirme a regra atual da companhia, a disponibilidade do serviço, os documentos necessários, as medidas da transportadora e o conforto real do cachorro.

O melhor caminho é simples: confirme a rota, reserve o serviço, organize a documentação, acostume o cachorro à bolsa e reconfirme tudo antes do embarque.

Quando a bolsa fizer sentido para o seu pet e para a regra vigente, escolha um modelo seguro, ventilado, resistente e compatível com as medidas exigidas.

Este conteúdo é informativo e independente. Regras, valores, limites e documentos podem ser alterados. Confirme todas as condições diretamente com a companhia aérea e com as autoridades competentes antes da viagem.

Fontes consultadas

Consulta realizada em: 24/07/2026.

Pague com
  • proxy-pagali-v2
  • Pix
Selos

Skapetshop® - CNPJ: 30.230.504/0001-69 © Todos os direitos reservados. 2026